Na cidade cinza, escura por dentro, escura por fora. Tantas viagens, em tantos dias, de tantos dias. Prédios altos, relevo dos sonhos, terra, chão batido, pés no chão, no concreto da cidade cinza, e nenhum sol hoje vai brilhar, não tem sol na previsão, talvez amanhã, quem sabe amanhã ele brilhe na cidade cinza, a do relevo dos sonhos.
Fevereiro 14, 2008 às 3:03 pm |
Previsão?! Nos sonhos tudo é previsível.